
O Implanon é um dispositivo semelhante à pílula pois actua no organismo através de hormonas.
Este aparelho é aplicado, cirurgicamente, por baixo da pele e uma pequena quantidade de hormonas é libertada todos os meses. As hormonas libertadas são um género de estrogénio que vão impedir a ovulação e a proliferação do endométrio. Este método tem a vantagem de que não é precisa muita preocupação por parte das utilizadoras. Primeiro porque a percentagem de eficácia é extremamente grande e, segundo, a mulher já não tem de estar preocupada em tomar o comprimido, sem falta, porque este aparelho faz sozinho a libertação das hormonas que evitam a gravidez. Ele actua, impedindo a ovulação, na libertação do oócito II e no colo do útero que, através da alteração da sua constituição, impede que os espermatozóides entrem no útero.
Os efeitos secundários mais comuns de pessoas que colocaram este dispositivo foram dores de cabeça, acne, aumento do peso corporal e tensão mamária, entre outros. É importante falar com o seu médico logo que se detectem efeitos indesejados, principalmente se forem graves ou persistentes.
Além disso, outras situações podem implicar maiores cuidados durante o uso do Implanon: se sofres de diabetes, tens peso a mais, sofres de epilepsia, se já tiveste uma trombose, se tens a tensão alta, por exemplo. Deves, se alguns destes for o teu caso, dizer logo ao médico.
Desafio! :
Sabendo que há sempre o risco de nos esquecermos de tomar o comprimido correspondente à dose diária, achas que este dispositivo deveria substituir a pílula?































